Crónica deseucaliptizadora da roga de 7 de julho em Frojám

As Brigadas nasceram aqui mesmo! Em janeiro de 2017 vinte voluntárias começavam os trabalhos de deseucaliptização numa pequena faixa do monte vicinhal de Frojám, onde se pretendia facilitar a regeneração natural com carvalho e outras frondosas nativas. Numa superfície contígua, na mesma roga de fai algo mais de um ano, atacava-se uma mancha de mimosas que começava a penetrar pola linde Oeste do monte. E ainda no mês de outubro de 2017, após a corta de eucalipto realizada no verão, outra roga reflorestava os claros com espécies nativas de ribeira. Desta volta, já com as Brigadas, estava na hora de consolidar o trabalho feito.

Na faixa deseucaliptizada em janeiro de 2017 voltava a haver grossos pés de euclipto, que forom tombados à machada polas 20 brigadistas participantes na convocatória de 7 de julho, deixando intactos os carvalhos, salgueiros, sobreiras e azivros. Na zona de ribeira, os rebrotes eram ainda pequenos, ainda que muito mais numerosos, devendo machacar pé a pé. Não será a última volta, ainda que o número de “falhos” nos pés de eucalipto (por seca ou fungo) é bom indicador do avanço na boa direção. Ainda neste ano, durante o inverno, será necessária outra intervenção na zona de regenerado natural, podando os carvalhos e roçando manualmente o mato para consolidar os pés existentes.

Esta é só uma das zonas de intervenção na Área Conservada pola Comunidade Vizinhal de Frojám, na que se pretende intensificar os trabalhos de restauração ambiental durante o outono e inverno deste ano e do que vem, plantando vários milheiros de árvores nativas em zonas ganhadas ao eucalipto. A próxima roga já está programada para o dia 23 de setembro, quando se continuará consolidando o trabalho feito e machacando rebrotes de eucalipto nas zonas ganhadas a esta espécie exótica invasora nos dous últimos anos.

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